Mallorka



Este blog foi criado com a finalidade de divulgar notícias de cidades brasileiras e portuguesas, abordando assuntos nacionais e internacionais tais como: praias, cidades e seus costumes, suas culinárias, um pouco de história das mesmas,seus rios e tudo aquilo que possa dar uma idéia de como o mundo é belo, desde que se aproveite a beleza que Deus nos presenteou.

quinta-feira, 24 de março de 2011

FOTOS ANTIGAS DE BELÉM DO PARÁ


Ver-o-Peso. Destaque a esquerda para o prédio da
Bolsa de Valores, que hoje deu lugar a Praça do Relógio.









Teatro Bar da Fábrica de Cerveja Paraense, onde se localiza hoje o Jardim Indendência, em frente  a Rede Celpa na Av. Magalhães Barata. (Antiga Av. Independência).

FOTOS ANTIGAS DE BELÉM DO PARÁ


Av. Tito Franco, passou chamar-se de Av. Almirante Barroso. Em destaque, a  construção da Escola de Agronomia do Pará.

O trem (Maria fumaça) saindo ou chegando na capital.




Café da Paz. No seu lugar encontra-se hoje a sededo Banco da Amazônia S/A. (BASA) na
Av. Presidente Vargas.
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quarta-feira, 23 de março de 2011

MODELOS AJUDAM A ENTENDER PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÕES NO CÉREBRO

Por Da Redação - agenusp@usp.br
Publicado em 22/março/2011 | Editoria :
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Trabalhos realizados em modelos animais, como siris, moscas e tuviras
No Instituto de Física de São Carlos (IFSC), uma pesquisa procura entender o processamento de informações no cérebro humano em vários sistemas. Os trabalhos são realizados em modelos animais, como siris, moscas e tuviras, uma espécie de peixes elétricos. A coordenação dos estudos está a cargo do professor Reynaldo Daniel Pinto, do Grupo de Física Computacional e Instrumentação Aplicada do IFSC.
As tuviras têm um órgão elétrico que produz pulsos dentro de água, com um sinal de dois volts de amplitude, similar a duas pilhas em série. “Esse pulso é, parecido com um sinal de neurônio. O campo elétrico gerado sai de seu órgão elétrico, passa pela água, interage com os objetos ao redor e volta em direção à cabeça”, explica o pesquisador. No final desse processo, ela terá criado uma imagem elétrica que será decodificada por sua própria cabeça, por intermédio dos sensores que possui.
Além de enxergar por meio desse processo — já que ela cria uma “imagem” elétrica em sua cabeça —, a tuvira é capaz de saber o tipo de material que um objeto é feito (plástico, ferro, metal, etc.), identificar o sexo e interagir com outras tuviras, entre outras coisas. Dessa forma, ela pode, inclusive, detectar a qualidade da água do ambiente no qual vive. Tem-se, assim, um sensor biológico.
“A ideia é aprender como as tuviras conversam. Pode-se colocar um robô na água para ‘traduzir’ o que elas estão dizendo e ter acesso a informações como contaminação da água por vazamento de petróleo, por exemplo, podendo-se evitar uma grande catástrofe”, exemplifica o professor do IFSC.
Linguagem
O professor afirma que os estudos estão bem desenvolvidos e artigos estão prestes a ser publicados. No laboratório do docente vários alunos de pós-graduação dedicam-se aos estudos. “Colocamos elétrodos em volta de um aquário, que abriga uma tuvira.

MÍNIMO DE COBERTURA FLORESTAL PODE MANTER ESPÉCIES NATIVAS

Por Felipe Maeda Camargo - felipe.maeda.camargo@usp.brPequenos mamíferos de origem nativa (natural de determinada região) podem sobreviver em ambientes alterados pelo ser humano se houver um mínimo de cobertura florestal remanescente na região. Essa constatação parte da tese de doutorado da professora e pesquisadora Fabiana Umetsu, pelo Instituto de Biociências (IB) da USP, sob orientação da professora Renata Pardini. Seu trabalho levantou a quantidade de marsupiais e roedores e a variedade destes em áreas com agricultura que mantinham algum resquício de Mata Atlântica.
Espécies nativas da Mata Atlântica precisam de um mínimo de floresta para sobreviverem
Fabiana mostra a importância de os estudiosos também considerarem os ambientes alterados na análise de espécies nativas. “Mesmo nessas regiões se encontram espécies florestais (ou nativas) se nelas houver resquícios de floresta”, observa a professora.
Ela destaca que as espécies nativas dependem da floresta no entorno de fazendas e em outros ambientes alterados para sobreviver. Além disso, a floresta facilita sua colonização na região.
Isso se aplica até para formas de agricultura diferenciada: “Mesmo que uma área tenha agricultura orgânica, se não tiver cobertura florestal na região, dificilmente haverá espécies nativas. Assim, seria melhor combinar estes dois fatores”, comenta Fabiana. Agricultura orgânica é o termo usado para a produção de alimentos e outros produtos vegetais que não fazem uso de produtos químicos sintéticos, como fertilizantes e pesticidas.
Distribuição das espécies
Fabiana verificou a distribuição de três grupos de espécies de roedores e marsupiais em duas regiões do estado de São Paulo com ocupação agrícola, cada uma com 10 mil hectares de área: uma nos municípios de Tapiraí e Piedade, e outra nos municípios de Ribeirão Grande e Capão Bonito. No total, ela encontrou 21 espécies.
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CIENTISTAS DESCOBREM O ANTI-HÉLIO 4, NOVA FORMA DE ANTIMATÉRIA

A crise de energia não é novidade no mundo e vários estudos vem sendo conduzidos pela comunidade científica, incluindo a antimatéria, ainda longe de se tornar realidade.
Por Kao ‘Cyber’ Tokio
Cientistas do Laboratório Nacional de Brookhaven em Upton, Nova York, acabam de descobrir uma nova forma de antimatéria, mais pesada e mais complexa, jamais vista até então.
O experimento, realizado no Colisor Relativístico de Íons Pesados (RHIC, de Relativistic Heavy Ion Collider), é um Anti-Hélio de quatro núcleos, com dois anti-prótons e dois anti-nêutrons, um nêutron a mais que a descoberta anterior, revela informativo da Cornell University Library.
Alguém poderá perguntar por que cientistas da NASA gastam US$ 1,5 bilhão em um projeto que vai procurar outras formas de antimatéria no cosmo, mas experimentos como estes revelam que, se for descoberto um meio para produção do recurso a um custos menores, aplicações práticas na medicina, militaria e até combustíveis, como imaginado em Jornada nas Estrelas, poderão ser adotadas.
De acordo com o site NewScientist, o próximo passo é encontrar o anti-lítio, uma antimatéria ainda mais pesada. Porém, o RHIC calcula que esta empreitada está além das capacidades do atual colisor.
Fonte:USP

ASTRÔNOMOS DESCOBREM ANÃS MARRON MAIS FRIAS DO UNIVERSO

Paris, 23 mar (EFE).- Uma equipe internacional de astrônomos acaba de descobrir o astro mais frio detectado até agora fora do sistema solar, a cerca de 75 anos luz da Terra, informou nesta quarta-feira em comunicado o Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica (CNRS).
Trata-se de uma estrela anã marrom que faz parte de um sistema binário batizado CFBDSIR 1458 10 e que tem uma temperatura de aproximadamente 100 graus centígrados.
A estrela, chamada CFBDSIR 1458 10B, é menos brilhante e mais fria que sua companheira, a CFBDSIR 1458 10A. Ambas, de um tamanho parecido com Júpiter, orbitam a uma distância três vezes maior a que separa o Sol da Terra, com um período orbital de 30 anos, segundo o Observatório Europeu Austral (ESO).
O descobrimento foi publicado nesta quarta-feira no "Astrophysical Journal".
A "CFBDSIR 1458 10A" já é muito fria, pois tem entre 250 e 300 graus, indicou o comunicado do CNRS.
Com essas temperaturas, os cientistas esperam que ambas as estrelas tenham propriedades distintas de outras anãs marrons conhecidas e se pareçam com os exoplanetas gigantes.
"Poderiam até ter nuvens de água na atmosfera", segundo Michael Liu, do Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí (EUA), um dos autores do estudo.
A estrela "CFBDSIR 1458 10A" foi descoberta em 2010 por uma equipe franco-canadense, dirigida do Instituto de Planetologia e Astrofísica de Grenoble por Philippe Delorme, e da Universidade de Montreal, por Loïc Albert.
O mesmo instrumento utilizado nessa descoberta permitiu que os astrônomos encontrassem agora, em colaboração com o professor Liu, a nova estrela anã.
O Very Large Telescope (VLT) do ESO, situado no Chile, foi utilizado para estudar o espectro infravermelho do sistema binário e medir sua temperatura.
"Ficamos emocionados por comprovar que este objeto tinha uma temperatura tão baixa, mas não podíamos adivinhar que se tratava de um sistema binário com um componente ainda mais interessante e mais frio", assinalou Delorme, coautor do estudo. EFE
Fonte: USP

terça-feira, 22 de março de 2011

HISTÓRIA DO PARÁ - Capítulo 03

....Com esta medida, a América Portuguesa passava a compreender três unidades administrativas autônomas.
    
     9 de Julho de 1774 - extinção do Estado do Maranhão e Piaiuí e do Estado do Grão-Pará e Rio Negro, e subordinação de suas antigas capitanias ao Vice-rei do Brasil, com sede no Rio de Janeiro.
     7 de Setembro de 1822 - a Independência do Reino do Brasil. As capitanias daquele Reino tornam-se províncias.
     15 de agosto de 1823 - Em reunião em Belém, o governo local decide unir-se ao Brasil indepedente. A mudança ficou conhecida como "Adesão do Pará", proclamada por D.Romualdo Coelho. A Capitania do Grão-Pará foi incorporada ao Império do Brasil como a província do Grão-Pará.
     5 de Setembro de 1850 - A província do Grão-Pará foi desmembrada em duas unidades, formando as províncias do Pará e do Amazonas (Antiga capitania de São José do Rio Negro).
     15 de novembro de 1889 - Proclamação da República. As províncias passam a ser denominadas como estados. Assim  a província do Pará passou a ser denominada Estado do Pará.
     1943 - Criação do Território Federal do Amapá. em área desmembrada do estado do Pará.
                                             CAPITANIAS  DO  BRASIL
                          AS QUINZE CAPITANIAS HEREDITÁRIAS INICIAIS

Baía de Todos os Santos - Ceará - Espírito Santo - Ilhéus - Itamaracá - Maranhão (duas secções) - Pernambuco e Porto Seguro - Rio Grande - Santana - Santo Amaro - São Tomé - São Vicente (duas secções)

                CAPITANIAS DERRIVADAS DAS INICIAS E DE NOVOS TERRITÓRIOS 

Alagoas - Goiás - Estado do Grão-Pará - Mato Grosso - Estado do Maranhão - Minas Gerais - Paraiba - Piauí - Rio de Janeiro - Rio Grande de São Pedro - São José do Rio Negro - São Paulo e Minas de Ouro - São Paulo - São Pedro do Rio Grande do Sul - Santa Catarina - Sergipe.
Consulta: Wikipédia, a enciclopédia livre.